Sobrevivente dos cárceres, Hamilton Pereira da Silva, conhecido como Pedro Tierra, escreveu os poemas deste livro nos centros de detenção e tortura e nos presídios que recebiam prisioneiros políticos. Sua produção, na época, era lida e declamada em reuniões e atos dos movimentos pela anistia e pela democracia. Relançado em homenagem a todos os que lutaram e aos 30 anos da anistia, os poemas “querem denunciar os inventores da noite e contribuir na construção da manhã”, nas palavras do autor.
Entregas do governo Lula: um balanço da reconstrução no terceiro mandato
A prestação de contas é princípio basilar de todo governo republicano. A análise revela...
