Com prefácio de Nilmário Miranda, presidente da Fundação Perseu Abramo, o livro mostra a vida do militante nascido em Salvador, em 1949. Torna-se dirigente estudantil e vincula-se à Política Operária (Polop), organização revolucionária marxista. Há também um retrato pessoal de Meyer, no capítulo “Para Viver um Grande Amor”, dedicado à relação entre ele e a mulher, Eliza Tieko.
Brasil: ser ou não ser
A balança pende para a democracia com a entrada em cena dos jovens, que querem tomar as...
