George faz um exercício literário de limpar o capitalismo contemporâneo de sua retórica civilizatória e racional. O recurso ficcional utilizado é uma suposta reunião de especialistas e intelectuais contratados por corporações e governos para definir o futuro do sistema. A autora é dirigente da Attac-França.
Cinco anos depois da pandemia, mulheres seguem sobrecarregadas e apontam saídas coletivas para o cuidado
Pesquisa, realizada pela SOF e GN, deu visibilidade à sobrecarga de trabalho doméstico e...
