O sociólogo francês fez pesquisa de campo cuja analise revela que as mulheres vivem em um universo coerente de representações e de práticas, orientado pela criação de si e pela recomposição da sociedade. É um universo profundamente diferente do dos homens, que tinham conquistado o mundo concentrando as forças nas mãos de alguns deles, reduzindo trabalhadores, colonizados, mulheres e crianças a figuras de inferioridade. Elas agora procuram ultrapassar, por si mesmas e por eles, a oposição corpo e espírito, vida privada e vida pública, homens e mulheres.
A lógica do modelo – Argentina, neocolônia energética no século 21?
A reviravolta do discurso de Milei em defesa da soberania argentina nas ilhas Malvinas...
