George faz um exercício literário de limpar o capitalismo contemporâneo de sua retórica civilizatória e racional. O recurso ficcional utilizado é uma suposta reunião de especialistas e intelectuais contratados por corporações e governos para definir o futuro do sistema. A autora é dirigente da Attac-França.
Democracia e Populismo, o acerto de Marilena Chaui
Uma das principais intelectuais da história brasileira, filósofa e pesquisadora com...
