Estão abertas até 24 de agosto as inscrições para o ciclo de debates “Movimento Estudantil, a UNE e o PT: História e Futuro”, realizado e certificado pela Fundação Perseu Abramo.

O debate de lançamento do ciclo será realizado pelo YouTube, em transmissão aberta ao público, no dia 11 de agosto, Dia do Estudante. Participam da atividade José Dirceu, líder estudantil entre 1965 e 1968, fundador e ex-presidente do PT, ex-ministro da Casa Civil; Lindbergh Farias - ex-presidente da UNE (1992-1993), ex-senador e diretor da FPA; Aloizio Mercadante, ex-presidente da Associação Atlética Acadêmica Visconde de Cairu e do Centro Acadêmico Visconde de Cairu (FEA/USP), ex-ministro-chefe da Casa Civil, da Educação e de Ciência e Tecnologia; e Moara Correia Saboia, ex-vice-presidenta da UNE (2015-2017) e integrante do Diretório Nacional do PT.

Além do debate de lançamento, o ciclo é formado por mais seis webinários reservados a inscritos, a serem transmitidos ao vivo nos dias 25 de agosto; 1, 8, 15, 22 e 29 de setembro; e 6 de outubro, sempre às 21h. Os links serão divulgados aos inscritos posteriormente por e-mail. Por isso, preencha corretamente seus dados no formulário de inscrição.

Inscreva-se já pelo link: https://bit.ly/CicloMovimentoEstudantil-FPA

Os debates abordarão o movimento estudantil universitário, com foco nas lutas do passado, de hoje e nos desafios do futuro, dialogando com as juventudes progressistas, mas também com a militância que vivenciou a resistência estudantil desde a década de 1960. Pesquisadoras, dirigentes e lideranças que estiveram à frente da UNE nas últimas décadas vão se revezar em cada exposição.

O objetivo é discutir os aspectos históricos que marcaram o movimento estudantil, desde a fundação da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da campanha “O Petróleo É Nosso”, passando pela luta contra ditadura militar, pela campanha das "Diretas Já", o impeachment de Collor, o neoliberalismo de FHC, os governos Lula e Dilma, até a resistência ao neofascismo de Bolsonaro.

Todas essas lutas democráticas contaram com a participação vanguardista dos movimentos estudantis e da UNE, seja disputando a hegemonia nas universidades, formando quadros e lideranças, organizando e mobilizando a sociedade, muitas vezes sacrificando a vida pela democracia.