Este artigo explora o jeito petista de governar nas gestões municipais, com foco na saúde. Reconhecendo que não há como registrar as centenas de experiências municipais, que são singulares e muito plurais, busca refletir sobre os dispositivos desenvolvidos em alguns municípios como exemplos de possibilidades de construção de uma gestão qualificada e centrada nas pessoas, e não apenas em arranjos administrativos e burocráticos. Tem como central a reflexão sobre a Atenção Básica, o cuidado em saúde mental e álcool e drogas, o jeito de cuidar centrado nas pessoas e os arranjos de gestão. Uma aposta na possibilidade de transformação da vida das pessoas quando a gestão se compromete com a defesa da vida.
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