A segunda edição, revista e ampliada, permanece um “livro de dor”, como escreveu dom Paulo Evaristo Arns no prefácio da primeira. Mostra a tragédia de centenas de pessoas que pereceram em confronto com o regime autoritário, instalado no Brasil com o golpe militar de 1964. O Dossiê foi composto para preservar a memória das 426 pessoas, que se tem notícia até o momento, assassinadas pelo regime.
O Conto da Aia: entre a distopia e a ameaça real aos direitos das mulheres
Às vésperas do segundo turno, essa distopia ficcional torna-se assustadora quando, mais...
