Por muito tempo achei
que a ausência era falta.
E lastimava, ignorante a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a branca, tão pegada,
aconchegada nos meus braços
que rio e danço e invento
exclamações alegres
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
A estratégia de Trump para condicionar a relação Estados Unidos-Brasil à derrota da esquerda
Para Trump, o Brasil ideal não é aquele que respeita os compromissos multilaterais ou...
