O autor desfaz a imagem criada pela repressão de que o comunista baiano, assassinado pela ditadura em 1969, era um político destituído de sensibilidade e mostra a dimensão humana de um militante que tinha a ânsia libertária sem jamais assumir atitudes diferentes das do cidadão comum. Traz depoimentos de Clara Charf, Carlos Augusto Marighella, Jacob Gorender, entre outros, e um caderno de imagens.
Democracia e Populismo, o acerto de Marilena Chaui
Uma das principais intelectuais da história brasileira, filósofa e pesquisadora com...
