Eles se articulam por grupos de WhatsApp e associações de trabalhadores, recém-formadas e que, cada vez mais, ganham protagonismo nas disputas contra as empresas-aplicativo. Como protestos, suas armas são bloquear temporariamente o funcionamento dos serviços das plataformas – e incidir sobre a opinião pública. Eles não se consideram empreendedores, mas trabalhadores em busca da subsistência. São a face mais visível de um amplo processo de plataformização do trabalho, que já avança sobre diversas outras categorias, da medicina ao jornalismo, como aponta o cientista social Felipe Moda, em entrevista a Outras Palavras