Em 21 de janeiro de 2000, a ialorixá Gildasia dos Santos morreu após sofrer um ataque dentro do Ilê Axé Abassá de Ogum, terreiro de candomblé fundado por ela na década de 1980, em Itapuã (BA). Mãe Gilda, como era chamada, vinha sendo alvo de assédio e intimidação por membros da Igreja Universal do Reino de Deus. Anos mais tarde, em 2007, a data da morte de Mãe Gilda foi fixada como Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Nos quinze anos de criação da efeméride, pouco mudou e os períodos mais recentes representaram retrocesso de parte do que foi alcançado, relata a historiadora Ana Gualberto, coordenadora de ações com comunidades negras tradicionais da organização ecumênica Koinonia em entrevista ao Brasil de Fato.

Leia a ouça a entrevista no Brasil de Fato.