Ex-ministros dos governos Lula e Dilma homenageiam os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins, cuja atuação foi decisiva para a vitória do ex-presidente na Justiça: “Nunca desistiram. Denunciaram a prisão de Lula e desmontaram a farsa de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol”
por Ricardo Berzoini, Eleonora Menicucci, Nilma Lino Gomes, Miriam Belchior, Aloizio Mercadante, Jorge Messias, Fernando Pimentel, Tereza Campello, Inês Magalhães, Eloi Ferreira De Araujo, Maurício Muniz, Ideli Salvatti, Humberto Costa, Paulo Vannuchi, Nelson Barbosa, Paulo Bernardo, Ronaldo Crispim Sena Barros, Jaques Wagner, Juca Ferreira e Artur Chioro
A fé no Direito, na presunção da inocência e na Justiça. Os advogados Cristiano Zanin Martins, Valeska Teixeira Zanin Martins, bem como toda equipe jurídica que integra a defesa do Presidente LULA são exemplo de perseverança, profissionalismo e dedicação.
Erigiram uma muralha para defender Lula. E mostraram que a luta contra a injustiça vale ser travada, mesmo nas condições mais duras e insanas.
Contra tudo e contra todos os obstáculos — jurídicos, políticos e a perversa manipulação da opinião pública — jamais se afastaram da defesa intransigente da honra e da inocência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Não se curvaram às pressões e nem mesmo à máquina das mentiras montada pela Lava Jato. Perseguidos, não se calaram. Mantiveram-se eretos e confiantes e não desistiram da busca pela verdade.
Diante das circunstâncias mais duras, vítimas do Lawfare movido por Sérgio Moro e a “República de Curitiba”, atravessaram os últimos cinco anos apegados a princípios, como cruzados da verdade e da presunção da inocência.
É justo que a luta que travaram seja reconhecida e aplaudida. Não é fácil seguir o bom combate quando os obstáculos estão entranhados no próprio sistema judicial
Enfrentaram dias duros. Foram atacados na honra e jamais desistiram. Foram alvos da Lava Jato. Grampeados e monitorados. Não se dobraram. Ambos são a prova de que o Direito é instrumento de Justiça e da Verdade. Ambos deram demonstração de força e caráter.
É justo que a luta que travaram seja reconhecida e aplaudida. Não é fácil seguir o bom combate quando os obstáculos estão entranhados no próprio sistema judicial, operando contra a inocência e o próprio conceito de Justiça.
Diante da trama, vale lembrar as palavras de Émile Zola, na defesa de Alfred Dreyfus:
“Ah!, que agitação de demência e imbecilidade, de imaginações estúpidas, de práticas de políticas mesquinhas, de costumes inquisitoriais e tirânicos, a satisfação de alguns agaloados esmagando a nação com suas botas, enfiando goela abaixo seu grito de Verdade e Justiça, sob o pretexto mentiroso e sacrílego da razão de Estado! E é um crime ainda terem se apoiado na imprensa imunda, terem se deixado defender por toda a canalha, de modo que é essa canalha que triunfa insolentemente, diante da derrota do direito e da simples probidade”.
Como Zola, Cristiano Zanin e Waleska Martins não desistiram. Denunciaram a prisão de Lula — perseguido como o capitão Dreyfus, vítima de uma trama política — e desmontaram a farsa de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol. O reconhecimento agora pelo Supremo Tribunal Federal da perseguição da Lava Jato a Lula coroa o trabalho dos dois grandes advogados.
Parabéns, Zanin, Valeska, bem como toda equipe jurídica que integra a defesa do Presidente LULA. Vocês são exemplo.
Aplausos, de pé, a esses gigantes do Direito. •
