O escritor e crítico literário desvenda o sistema de significados da sociedade moderna, ao evidenciar o modo como as palavras foram historicamente construídas. Preocupa-se em montar as contradições que os termos carregam, verdadeiros conflitos sociais, e como a primazia de um sentido sobre outro é resultado da prevalência de uma ideologia em relação a outra. A obra é composta de 131 verbetes, de “alienação” a “violência”, passando por “burocracia”, “ecologia” e “revolução”. Um apêndice com treze novos termos apresenta textos de Alex Fiúza de Mello, Andrew Milner, Flávio Aguiar, Isleide A. Fontenelle, Marcia Tosta Dias, Venício A. de Lima, entre outros.
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