“A Central Única dos Trabalhadores (CUT) foi construída pela classe trabalhadora, e só por ela, e sempre enfrentou feroz e intensa repressão por parte das classes dominantes. A CUT epresenta uma ruptura com o populismo sindical que manobrava as massas através de promessas assistencialistas e demagógicas para dar sustentação política ao governo. É uma ruptura com o reformismo que limita as reivindicações e conquistas aos limites permitidos pelo governo e pelos patrões.”
(Resoluções do III Congresso Nacional da CUT, 1988)
“Foram momentos de ‘loucura’, dias de vertigem durante os quais era muito difícil raciocinar com base nos padrões usuais da política brasileira. Naquele ano de 1984, a contagiante festa cívica fez com que acreditássemos todos que o golpe de misericórdia na ditadura militar estava ao alcance de nossas mãos.”
(Diretas Já – O Grito Preso na Garganta, de Alberto Tosi Rodrigues)
“No final da década de 1970, quando as contradições do modelo agrícola se tornam mais intensas e sofrem com a violência de Estado, ressurgem as ocupações de terra”. Em 1981, no Rio Grande do Sul, surge a Encruzilhada Natalino que se tornaria “símbolo da luta de resistência à ditadura militar, agregando em torno de si a sociedade civil que exigia um regime democrático.”
(MST em seu site)

A redemocratização avança

1978
1979
1981
1982
1983
1984
1985













