Destaques incluem isenção para salários de até R$ 5 mil, regulação de big techs, e ações para descarbonizar a economia e atrair investimentos verdes


O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou o plano com 25 metas econômicas que irão nortear a agenda do governo Lula nos próximos dois anos. Divididas em três pilares – estabilidade macroeconômica, transformação ecológica e melhoria do ambiente de negócios –, as ações têm como foco o crescimento sustentável, justiça tributária e modernização da economia.

Entre as principais propostas está o fortalecimento do arcabouço fiscal, medida que busca garantir o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), reduzir o desemprego e manter a inflação sob controle. Outro destaque é a reforma tributária progressiva sobre a renda, que inclui a isenção para quem ganha até R$ 5 mil e a criação de um imposto mínimo para os mais ricos, consolidando mais uma promessa de campanha do presidente Lula.

O plano ainda inclui ações para aprimorar o ambiente de negócios, como a regulação econômica das big techs e a modernização de marcos legais. Na área ambiental, o foco é acelerar a descarbonização e atrair recursos para a economia verde, com medidas como a emissão de títulos sustentáveis e a implementação do mercado de carbono.

Metas principais do plano econômico:

1. Estabilidade macroeconômica e justiça tributária:

2. Melhoria do ambiente de negócios:

3. Transformação ecológica:

Com essas iniciativas, o governo Lula espera reduzir desigualdades sociais, atrair investimentos e consolidar o Brasil como uma referência em desenvolvimento sustentável. Segundo Haddad, as metas reforçam o compromisso com uma economia inclusiva e moderna, capaz de atender aos desafios do presente e preparar o país para o futuro.