Os últimos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram uma taxa de desocupação de 12,9% no trimestre móvel de fevereiro a abril de 2018, 0,7 ponto percentual (p.p.) maior que no trimestre de novembro de 2017 a janeiro de 2018 (12,2%), mas 0,7 p.p. menor do que de fevereiro a abril de 2017 (13,6%).

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, a queda do desemprego ocorre com a diminuição da população desocupada (seiscentas mil pessoas) e aumento da ocupada (um milhão e meio de pessoas), em especial com a queda do emprego com carteira assinada (seiscentas mil pessoas) e aumento do emprego sem carteira assinada (seiscentas mil pessoas). Em relação ao ano anterior, também houve aumento dos trabalhadores chamados “por conta própria” (750 mil pessoas), uma expressão da ampliação da precarização do mercado de trabalho brasileiro.

Os dados mostram a incapacidade da política econômica do governo atual de criar empregos de qualidade para a população brasileira.