"Segundo a delegada da Polícia Federal (PF) Denisse Dias Ribeiro, Jair Bolsonaro teve participação “direta, voluntária e consciente” no vazamento de um inquérito sigiloso divulgado em suas redes sociais, em agosto de 2021. No despacho em que faz a afirmação, a policial afirma que o chefe do governo, assim como o deputado Filipe Barros (PL-PR), cometeram crime de violação de sigilo funcional.
Como Bolsonaro ainda não foi ouvido, a opção foi por não indiciá-lo, diz Denisse Ribeiro no documento, enviado ao STF em novembro. Nele, a delegada afirma que também não indiciaria o presidente devido a seu foro por prerrogativa de função. Foi nesse despacho que ela pediu autorização para colher o depoimento de Bolsonaro presencialmente, o que foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)."