Conforme a agência Deutsche Welle, o país mais afetado até agora é a Dinamarca, com 79% dos casos detectados, vindo a seguir o Reino Unido (6%), Índia (5%), Suécia (2%) e Cingapura (2%). Mas não se sabe a disseminação real da ômicron-2 porque sua detecção depende da capacidade de sequenciá-la: ela escapa aos testes rápidos de PCR. A revista americana Newsweek também ecoou o alerta em um artigo intitulado “Subvariante furtiva ômicron BA.2 encontrada em quase metade dos estados dos EUA”.
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