A pandemia de Covid-19 deixará entre seus legados uma elevada dívida pública na União Europeia, mas os ministros de Finanças do bloco decidiram que ainda não é hora de pensar na sua gestão. Os 27 governos nacionais concordaram nesta terça-feira em manter o impulso fiscal em 2021 e 22, para evitar falências e destruição de empregos. “Não podemos nos arriscar a retirar os apoios de maneira prematura”, argumentou o presidente do Conselho de Ministros de Finanças da UE, o português João Leão. A UE pediu aos governos nacionais que concluam seus planos de recuperação.

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