{"id":135336,"date":"2025-12-12T16:25:58","date_gmt":"2025-12-12T19:25:58","guid":{"rendered":"https:\/\/fpabramo.org.br\/perspectivas-para-2026-na-reconexao-com-as-periferias\/"},"modified":"2026-03-14T16:02:55","modified_gmt":"2026-03-14T19:02:55","slug":"perspectivas-para-2026-na-reconexao-com-as-periferias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/perspectivas-para-2026-na-reconexao-com-as-periferias\/","title":{"rendered":"Perspectivas para 2026 na Reconex\u00e3o com as Periferias"},"content":{"rendered":"\n<p><br>por Artur Henrique, Barbara Martins, Danilo Morais, Darlene Testa, Paulo Ramos e Ruan Bernardo \u2013 equipe Reconex\u00e3o Periferias<br><br><br>A Reconex\u00e3o Periferias, em 2025, atuou em tem\u00e1ticas estrat\u00e9gicas para a conforma\u00e7\u00e3o de um arcabou\u00e7o de conhecimento e formula\u00e7\u00e3o sobre as periferias, especialmente as relacionadas \u00e0 viol\u00eancia e \u00e0 seguran\u00e7a p\u00fablica, ao trabalho informal e suas consequ\u00eancias, combinando as desigualdades e as quest\u00f5es ambientais \u00e0 cultura de participa\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n\n\n\n<p>Pautas que afloraram diversas quest\u00f5es que s\u00e3o priorit\u00e1rias para um partido de trabalhadores, que, ap\u00f3s 45 anos de exist\u00eancia e com tantas e profundas transforma\u00e7\u00f5es no mundo do trabalho e na agenda pol\u00edtica brasileira, e nos levaram a aprofundar a compreens\u00e3o de como elas se manifestam nas periferias e como a classe trabalhadora perif\u00e9rica tem encontrado alternativas de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>A chegada de 2026 se d\u00e1 em um contexto de profundas transforma\u00e7\u00f5es sociais, pol\u00edticas, tecnol\u00f3gicas e econ\u00f4micas no mundo com impacto direto nas periferias brasileiras. O novo patamar de conectividade das pessoas, propiciado pela internet e m\u00eddias sociais, tem contribu\u00eddo &#8211; de forma paradoxal &#8211; tanto para o fortalecimento da solidariedade como para a explos\u00e3o de manifesta\u00e7\u00f5es de \u00f3dio de todo o tipo, teorias da conspira\u00e7\u00e3o e <em>fakenews<\/em>, envolvendo igrejas, escolas e empresas, e agora, em grande parte, impulsionados pela elei\u00e7\u00e3o de Donald Trump e seu discurso sexista, xen\u00f3fobo e belicista.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses territ\u00f3rios e seus sujeitos, historicamente marcados por desigualdades, tornaram-se tamb\u00e9m polos de inova\u00e7\u00e3o cultural, de protagonismo comunit\u00e1rio e de novos arranjos econ\u00f4micos. O debate sobre a reconex\u00e3o com as periferias ganha centralidade tanto na formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas quanto na atua\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil ou na redefini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, a Reconex\u00e3o Periferias priorizar\u00e1 para atua\u00e7\u00e3o em 2026, o fortalecimento da organiza\u00e7\u00e3o e a presen\u00e7a do Partido dos Trabalhadores nas periferias, nas cidades, nos campos e quilombos do Brasil; contribuir na atualiza\u00e7\u00e3o program\u00e1tica, a partir da formula\u00e7\u00e3o de propostas de pol\u00edticas p\u00fablicas e amplia\u00e7\u00e3o da rede de articula\u00e7\u00e3o da Reconex\u00e3o Periferias como tamb\u00e9m na maior articula\u00e7\u00e3o e aproxima\u00e7\u00e3o do Reconex\u00e3o com o PT, com o objetivo de formar, difundir o conhecimento produzido e continuar dando voz e espa\u00e7o para os atores das periferias.<\/p>\n\n\n\n<p>Para isso, devemos trabalhar com a concep\u00e7\u00e3o da periferia na centralidade do debate estrat\u00e9gico da pol\u00edtica. H\u00e1 um deslocamento cultural e simb\u00f3lico nos \u00faltimos anos, ampliando a visibilidade das periferias como espa\u00e7os de produ\u00e7\u00e3o cultural, empreendedorismo e novas linguagens digitais. Como essa tend\u00eancia deve se manter, com o fortalecimento dessa centralidade cultural, n\u00e3o como exce\u00e7\u00e3o, mas como um vetor permanente de express\u00e3o social, em que coletivos culturais, m\u00eddias independentes e artistas perif\u00e9ricos redefinem narrativas e pautas, produzindo um di\u00e1logo mais direto com p\u00fablicos antes distantes, potencializar essa reconex\u00e3o com esses territ\u00f3rios e sujeitos implica reconhecer essa pot\u00eancia: n\u00e3o como \u201cbenefici\u00e1rios\u201d, mas como protagonistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, sem infraestrutura e mobilidade, n\u00e3o h\u00e1 express\u00e3o vis\u00edvel e fact\u00edvel dessa reconex\u00e3o, apenas superficial; portanto, pautar e debater os desafios relacionados ao transporte, ao saneamento, \u00e0 energia, \u00e0 conectividade digital e \u00e0 moradia continuam sendo essenciais. A\u00ed, entramos num espa\u00e7o fundamental que \u00e9 debater a cidade que queremos, uma cidade de bem viver, e, como express\u00e3o concreta, as diversas quest\u00f5es que se colocam na conforma\u00e7\u00e3o dos planos diretores e da pouca participa\u00e7\u00e3o popular nas suas defini\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas e priorit\u00e1rias. Quest\u00f5es como a expans\u00e3o de corredores de mobilidade integrados, a requalifica\u00e7\u00e3o de \u00e1reas vulner\u00e1veis, incentivos \u00e0 urbaniza\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel e amplia\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 internet de alta velocidade s\u00e3o tem\u00e1ticas que possibilitam dialogar com a vida real do povo perif\u00e9rico das cidades e que constar\u00e3o dos nossos programas.<\/p>\n\n\n\n<p>Priorizar a reconex\u00e3o com a juventude perif\u00e9rica como for\u00e7a estrat\u00e9gica \u00e9 outra quest\u00e3o priorit\u00e1ria, pois a juventude representa uma das maiores concentra\u00e7\u00f5es de energia criativa e capacidade de transforma\u00e7\u00e3o, e a\u00ed, podemos falar de atua\u00e7\u00e3o mais planejada em programas de forma\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, acesso a economia digital, incentivo ao empreendedorismo comunit\u00e1rio, pol\u00edticas de redu\u00e7\u00e3o da evas\u00e3o escolar e valoriza\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as juvenis.<\/p>\n\n\n\n<p>A persist\u00eancia das chacinas e a letalidade policial que atinge preferencialmente a juventude negra imp\u00f5e um desafio \u00e9tico e program\u00e1tico incontorn\u00e1vel para o nosso campo em 2026. \u00c9 urgente denunciar que a l\u00f3gica de \u00abguerra\u00bb tem servido historicamente como pretexto para a suspens\u00e3o de garantias constitucionais nas favelas e periferias, criando um estado de exce\u00e7\u00e3o em que a vida vale pouco. O enfrentamento a esse cen\u00e1rio exige reconhecer que o racismo estrutural \u00e9 o motor dessa viol\u00eancia e que n\u00e3o haver\u00e1 democracia plena enquanto o CEP e a cor da pele definirem quem tem direito ao devido processo legal e quem \u00e9 alvo preferencial da mira do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a disputa pela seguran\u00e7a p\u00fablica deve ser travada no terreno da Constitui\u00e7\u00e3o Cidad\u00e3, reafirmando que a seguran\u00e7a \u00e9 um direito fundamental, garantido pela oferta integrada de justi\u00e7a e de prote\u00e7\u00e3o social, e n\u00e3o pela militariza\u00e7\u00e3o do cotidiano. A \u00abseguran\u00e7a cidad\u00e3\u00bb que defendemos pressup\u00f5e que a presen\u00e7a do Estado na periferia n\u00e3o pode se limitar \u00e0 viatura que reprime, mas deve se materializar na escola de tempo integral, na ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, no posto de sa\u00fade e nos equipamentos de cultura. Garantir a lei e a ordem significa, antes de tudo, garantir que a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988 atravesse a ponte e vigore plenamente nos territ\u00f3rios perif\u00e9ricos, assegurando a inviolabilidade da vida e do domic\u00edlio de seus moradores.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o ciclo que se aproxima, reconectar-se com as periferias exige assumir a defesa intransigente da vida da juventude negra como pauta central para o desenvolvimento do pa\u00eds. Precisamos construir uma nova governan\u00e7a federativa que invista massivamente em intelig\u00eancia e investiga\u00e7\u00e3o para desmantelar o crime organizado, retirando o foco do varejo de drogas que encarcera e mata a ponta mais fr\u00e1gil da corda. A nossa tarefa \u00e9 substituir a narrativa do medo, explorada pela extrema-direita, pela narrativa de direitos, provando que \u00e9 poss\u00edvel construir territ\u00f3rios de paz onde os jovens negros sejam vistos como pot\u00eancia de futuro e inova\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o como estat\u00edstica de \u00f3bito.<\/p>\n\n\n\n<p>E de import\u00e2ncia igual, a economia das periferias, com novos modelos e oportunidades, em que as periferias t\u00eam impulsionado modelos econ\u00f4micos pr\u00f3prios: do com\u00e9rcio local ao setor criativo, da economia de plataformas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o artesanal. O Reconex\u00e3o pretende aprofundar o debate sobre o crescimento de micro e pequenos neg\u00f3cios, a digitaliza\u00e7\u00e3o de empreendedores e as redes colaborativas de cr\u00e9dito e de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, as tem\u00e1ticas e prioridades de 2026 dever\u00e3o se articular \u00e0 uma vis\u00e3o de reconex\u00e3o pol\u00edtica e maior participa\u00e7\u00e3o social desses sujeitos perif\u00e9ricos, com o est\u00edmulo \u00e0 escuta e di\u00e1logo para participa\u00e7\u00e3o e fortalecimento de conselhos comunit\u00e1rios, iniciativas de or\u00e7amento participativo revisitado, comunica\u00e7\u00e3o direta com lideran\u00e7as locais e a implementa\u00e7\u00e3o de plataformas digitais de consulta p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo de reflex\u00e3o e formula\u00e7\u00e3o a ser estabelecido em 2026 pressup\u00f5e debater modelos de gest\u00e3o p\u00fablica e social que valorizem a participa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, e n\u00e3o apenas epis\u00f3dica, buscando a reconstru\u00e7\u00e3o de pontes, baseadas no trin\u00f4mio inclus\u00e3o, inova\u00e7\u00e3o e justi\u00e7a social. Mais do que uma agenda, \u00e9 um chamado ao reconhecimento, ao investimento em trajet\u00f3rias, talentos e \u00e0 participa\u00e7\u00e3o, fortalecendo rela\u00e7\u00f5es e aspira\u00e7\u00f5es de um futuro mais compartilhado e solid\u00e1rio; ao inv\u00e9s de segrega\u00e7\u00e3o socioespacial, caminhos para um ciclo de dignidade. Nossa a\u00e7\u00e3o \u00e9 um chamado ao di\u00e1logo e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o coletiva, porque a estrela, o vermelho da nossa bandeira, o vermelho da luta, do pulsar da indigna\u00e7\u00e3o presente em nossos cora\u00e7\u00f5es \u00e9 o que nos move para um Brasil de reconstru\u00e7\u00e3o e elimina\u00e7\u00e3o das desigualdades.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Artur Henrique, Barbara Martins, Danilo Morais, Darlene Testa, Paulo Ramos e Ruan Bernardo \u2013 equipe Reconex\u00e3o Periferias A Reconex\u00e3o Periferias, em 2025, atuou em tem\u00e1ticas estrat\u00e9gicas para a conforma\u00e7\u00e3o de um arcabou\u00e7o de conhecimento e formula\u00e7\u00e3o sobre as periferias, especialmente as relacionadas \u00e0 viol\u00eancia e \u00e0 seguran\u00e7a p\u00fablica, ao trabalho informal e suas consequ\u00eancias, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":43,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","footnotes":""},"categories":[7353],"tags":[8386,8387,8388],"area":[],"coluna":[],"edicao":[],"localidade":[],"marcador_especial":[],"projeto":[6916],"tema":[191],"coauthors":[6875],"class_list":["post-135336","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-revista","tag-marcador-reconexao-periferias","tag-revista","tag-cap-rosesilva","projeto-reconexao-periferias","tema-comunicacion"],"ai_analise_foto_capa":"*T\u00edtulo*: Favela Brasileira: Urbanismo, Arte e Juventude na Zona Leste\n*Resumo Sem\u00e2ntico*: A imagem retrata uma paisagem urbana densa, caracter\u00edstica de uma favela ou bairro perif\u00e9rico brasileiro, possivelmente na Zona Leste de S\u00e3o Paulo, conforme indicado pela grafia \"ZONA LE\u2206TE\". O cen\u00e1rio comunica a complexidade e a organicidade dos assentamentos informais, com constru\u00e7\u00f5es em alvenaria de m\u00faltiplas cores e formatos, telhados variados e uma rede vis\u00edvel de fia\u00e7\u00e3o el\u00e9trica. A presen\u00e7a marcante de um grafite em primeiro plano, com um personagem azul estilizado e a frase \"ENTRE A ADOLESC\u00caNCIA E A ARTE\", adiciona uma camada de express\u00e3o cultural, juventude e arte urbana. O sentimento geral \u00e9 de realismo, resili\u00eancia e a vitalidade criativa que emana das periferias, contrastando com a percep\u00e7\u00e3o de desafios urbanos. O p\u00fablico-alvo prov\u00e1vel inclui pesquisadores de urbanismo, soci\u00f3logos, artistas, ativistas sociais, educadores e interessados em cultura brasileira, arte de rua e din\u00e2micas sociais em grandes metr\u00f3poles.\n*Descri\u00e7\u00e3o SEO*: Foto panor\u00e2mica vibrante de favela brasileira na Zona Leste, destacando urbanismo e grafite \"ENTRE A ADOLESC\u00caNCIA E A ARTE\". Ideal para conte\u00fado sobre cultura perif\u00e9rica, arte urbana, juventude, moradia e desafios sociais no Brasil. Imagem poderosa para artigos, estudos ou campanhas focadas na realidade e na express\u00e3o art\u00edstica das comunidades.\n*Texto na Imagem*: ZONA LE\u2206TE. 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O sentimento transmitido \u00e9 de resili\u00eancia, organiza\u00e7\u00e3o informal e a efervesc\u00eancia cultural presente nesses ambientes, evidenciada por um grafite marcante em primeiro plano que celebra a arte e a identidade local, mencionando explicitamente a \"Zona Leste\". O p\u00fablico-alvo prov\u00e1vel inclui pesquisadores sociais, urbanistas, ativistas, jornalistas e o p\u00fablico geral interessado em quest\u00f5es urbanas, cultura perif\u00e9rica e express\u00e3o art\u00edstica em comunidades brasileiras.\n*Descri\u00e7\u00e3o SEO*: Vista a\u00e9rea de uma vibrante comunidade urbana na Zona Leste do Brasil, mostrando a densidade habitacional e um expressivo grafite. Explore a arquitetura informal, a cultura de rua e a vida nas favelas e periferias. Ideal para conte\u00fado sobre urbanismo, arte urbana brasileira, quest\u00f5es sociais e resili\u00eancia comunit\u00e1ria.\n*Texto na Imagem*: ZONA LESTE . ENTRE A ADOLESC\u00caNCIA E A ARTE\n*Elementos Visuais*: Cores predominantes: Cinza (telhados, concreto), marrom (tijolo exposto, terra), azul (grafite, caixas d'\u00e1gua), vermelho (detalhes de telhas, banner), branco (paredes), verde (vegeta\u00e7\u00e3o). Objetos: In\u00fameras casas e edif\u00edcios de diferentes tamanhos e materiais (concreto, tijolo), telhados de fibrocimento e cer\u00e2mica, v\u00e1rias caixas d'\u00e1gua (azuis e pretas) em telhados, antenas, postes com fia\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, uma rua sinuosa com alguns carros estacionados, um grande grafite na parede de um edif\u00edcio no primeiro plano. S\u00edmbolos: Grafite art\u00edstico com um personagem azul estilizado e texto que refor\u00e7a a identidade e a cultura local.\n*Keywords*: Favelas, comunidade urbana, Zona Leste, Brasil, arte de rua, grafite, periferia, urbaniza\u00e7\u00e3o, assentamento informal, arquitetura popular, paisagem urbana, desenvolvimento urbano, cultura brasileira, quest\u00f5es sociais, resili\u00eancia comunit\u00e1ria\n*Hashtags*: #FavelasDoBrasil, #ZonaLeste, #ArteUrbana, #Grafite, #Comunidade, #Urbanismo, #CulturaPeriferica, #Brasil, #VidaNaComunidade, #ResilienciaUrbana","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135336","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/users\/43"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=135336"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135336\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":183988,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135336\/revisions\/183988"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=135336"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=135336"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=135336"},{"taxonomy":"area","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/area?post=135336"},{"taxonomy":"coluna","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/coluna?post=135336"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=135336"},{"taxonomy":"localidade","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/localidade?post=135336"},{"taxonomy":"marcador_especial","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/marcador_especial?post=135336"},{"taxonomy":"projeto","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/projeto?post=135336"},{"taxonomy":"tema","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/tema?post=135336"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/coauthors?post=135336"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}