{"id":135175,"date":"2026-02-11T14:13:42","date_gmt":"2026-02-11T17:13:42","guid":{"rendered":"https:\/\/fpabramo.org.br\/retorno-de-investimento-em-carnaval-e-maior-que-em-areas-da-industria\/"},"modified":"2026-03-14T16:08:35","modified_gmt":"2026-03-14T19:08:35","slug":"retorno-de-investimento-em-carnaval-e-maior-que-em-areas-da-industria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/retorno-de-investimento-em-carnaval-e-maior-que-em-areas-da-industria\/","title":{"rendered":"Return on investment in Carnival is higher than in other industrial sectors."},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-left\"><em>Economista Mariana Mazzucato destaca ainda benef\u00edcios sociais da festa<\/em><\/p>\n\n\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/fpabramo.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/11-Joedson-Alves-Agencia-Brasil-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59303\" style=\"width:792px;height:auto\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Economista Mariana Mazzucato est\u00e1 no Brasil para estudar a economia criativa do carnaval. <br>Cr\u00e9dito: Jo\u00e9dson Alves \/ Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n\n<p><em>Por Lucas Pordeus Leon, <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/cultura\/noticia\/2026-02\/retorno-de-investimento-em-carnaval-e-maior-que-em-areas-da-industria\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">publicado na Ag\u00eancia Brasil<\/a><\/em><\/p>\n\n\n<p>O retorno para a economia de cada real investido em cultura e artes \u2013 o que inclui o Carnaval \u2013 \u00e9 maior que o de investimentos em algumas \u00e1reas tradicionais da ind\u00fastria,&nbsp;como a automobil\u00edstica. Em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia Brasil, durante sua passagem pelo pa\u00eds para estudar a economia criativa em torno da folia, a economista \u00edtalo-americana Mariana Mazzucato destacou a pot\u00eancia da maior festa brasileira.<\/p>\n\n\n<p>\u201cO investimento p\u00fablico em artes e cultura contribui muito mais para a economia do que grande parte da ind\u00fastria manufatureira tradicional&#8221;, disse Mazzucato.<\/p>\n\n\n<p>&#8220;No entanto, os governos continuam investindo mais nesses setores tradicionais da ind\u00fastria, mesmo que as evid\u00eancias estejam a\u00ed. N\u00e3o \u00e9 verdade que n\u00e3o temos as evid\u00eancias\u201d.<\/p>\n\n\n<p>No Brasil, enquanto um real investido em cultura pode render R$ 7,59 em retorno para sociedade por meio de empregos e renda, um real investido no setor de autom\u00f3veis e caminh\u00f5es t\u00eam um impacto multiplicador de R$ 3,76, conforme estudos da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV) e da Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial.<\/p>\n\n\n<p>Uma das mais influentes economistas do mundo, a autora do livro O Estado Empreendedor acrescentou que o Carnaval traz benef\u00edcios sociais, de bem-estar e sa\u00fade mental para diversas comunidades, muitas delas vulner\u00e1veis. &nbsp;<\/p>\n\n\n<p>\u201cMais do que apenas falar da comida, da bebida, dos hot\u00e9is e do turismo durante o Carnaval, \u00e9 o impacto social das habilidades, das escolas, das redes, do valor da coes\u00e3o social, do senso de identidade e patrim\u00f4nio\u201d.<\/p>\n\n\n<p>Mazzucato visitou Rio de Janeiro e Salvador para conhecer a economia por tr\u00e1s das festas, e promete ir para Recife na pr\u00f3xima visita.<\/p>\n\n\n<p>A economista lidera pesquisa da University College London (UCL), com coopera\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (Unesco), que investiga o papel das artes e da cultura para o desenvolvimento econ\u00f4mico de um pa\u00eds.<\/p>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Economia criativa do Carnaval<\/strong><\/h4>\n\n\n<div style=\"height:11px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<p>Ao passar por Bras\u00edlia para reuni\u00f5es com gestores p\u00fablicos federais, Mazzucato defendeu que o Carnaval seja o centro de uma plataforma para expandir no Brasil a economia criativa, que \u00e9 um modelo de neg\u00f3cios baseado no capital intelectual, cultural e na criatividade para gerar emprego e renda.<\/p>\n\n\n<p>A economista ainda questionou a tese de que \u201cn\u00e3o h\u00e1 dinheiro\u201d para investimentos em cultura; lembrou que o setor contribui para redu\u00e7\u00e3o da criminalidade; e alertou para os riscos de o Carnaval gerar mais concentra\u00e7\u00e3o de renda.<\/p>\n\n\n<p>\u201cDevemos sempre lembrar que existem rela\u00e7\u00f5es de poder. Quem tem acesso [ao Carnaval]? Est\u00e1 se tornando muito comercial? Para onde vai o dinheiro? Os patroc\u00ednios, por exemplo, est\u00e3o sendo reinvestidos nas comunidades e no ecossistema que cria essa incr\u00edvel criatividade?\u201d, questionou.<\/p>\n\n\n<p>A visita ao Brasil \u00e9 parte de parceria com Minist\u00e9rio da Cultura para elaborar indicadores econ\u00f4micos que auxiliem o governo brasileiro a construir pol\u00edticas p\u00fablicas que impulsionem a economia em torno do Carnaval, da cultura e das artes. Confira a entrevista exclusiva abaixo:<\/p>\n\n\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil: Sua pesquisa afirma que as artes e a cultura s\u00e3o essenciais, e n\u00e3o perif\u00e9ricas, para o desenvolvimento econ\u00f4mico. Em um pa\u00eds como o Brasil, como a cultura, a arte e o Carnaval podem impulsionar a prosperidade econ\u00f4mica?<\/strong><\/p>\n\n\n<p>Mazzucato: O que venho defendendo \u00e9 que n\u00e3o devemos pensar em crescimento ou desenvolvimento em n\u00edvel setorial, na ind\u00fastria ou outro setor. Devemos pensar em miss\u00f5es, por exemplo, sa\u00fade para todos, uma economia mais sustent\u00e1vel e inclusiva, e questionar o que isso significa para todos os diferentes setores da economia. O Carnaval \u00e9 um microcosmo. Acontece em uma \u00e9poca espec\u00edfica do ano, mas, na verdade, durante o ano todo existe uma incr\u00edvel cadeia de atividades nas \u00e1reas art\u00edsticas e culturais, seja m\u00fasica e percuss\u00e3o, canto, fantasias, trajes, seja o incr\u00edvel desfile. A pr\u00f3pria escola de samba \u00e9 uma oportunidade incr\u00edvel para o desenvolvimento de habilidades, para a forma\u00e7\u00e3o de redes de contatos, para o aumento da autoconfian\u00e7a e para que as pessoas se sintam mais valorizadas. \u00c9 verdade que o setor cultural tem um alto poder multiplicador, pois envolve muitas pessoas, mas seu impacto \u00e9 muito mais amplo. Mais do que apenas falar da comida, da bebida, dos hot\u00e9is e do turismo durante o Carnaval, \u00e9 o impacto social das habilidades, das escolas, das redes, do valor, da coes\u00e3o social, do senso de identidade e de patrim\u00f4nio.<\/p>\n\n\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil: Voc\u00ea tem defendido que o papel das artes e da cultura na economia \u00e9 subestimado por governos e especialistas. Por qu\u00ea?<\/strong><\/p>\n\n\n<p>Mazzucato: Para cada real investido, o retorno para a economia como um todo \u00e9 maior do que na ind\u00fastria automobil\u00edstica. Isso \u00e9 verdade globalmente: o investimento p\u00fablico em artes e cultura contribui muito mais para a economia do que grande parte da ind\u00fastria manufatureira tradicional. No entanto, os governos continuam investindo mais nesses setores tradicionais da ind\u00fastria, mesmo que as evid\u00eancias estejam a\u00ed. N\u00e3o \u00e9 verdade que n\u00e3o temos as evid\u00eancias. Mas acho que, no fim das contas, devemos admitir que talvez n\u00e3o nos importemos o suficiente com as artes e a cultura e \u00e9, por isso, que n\u00e3o investimos nelas. N\u00e3o \u00e9 porque n\u00e3o haja nenhum relat\u00f3rio econ\u00f4mico dizendo que dever\u00edamos.<\/p>\n\n\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil: Alguns especialistas defendem limites fiscais rigorosos para gastos p\u00fablicos. Isso obstrui a capacidade de impulsionar a economia criativa em torno do Carnaval?<\/strong><\/p>\n\n\n<p>Mazzucato: \u00c9 interessante ver que para guerras e Defesa, o dinheiro surge do nada. Ningu\u00e9m diz: &#8220;Ah, primeiro precisamos da arrecada\u00e7\u00e3o de impostos e depois investimos&#8221;. Eles usam acordos de compra antecipada porque h\u00e1 um objetivo. Eles n\u00e3o criam essas narrativas falsas de que &#8220;ah, n\u00e3o h\u00e1 dinheiro&#8221;. Mas, em outras \u00e1reas, como educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e cultura, de repente dizemos: &#8220;Ah, n\u00e3o h\u00e1 dinheiro&#8221;. Ou dizemos que se voc\u00ea investir mais em sa\u00fade, deve investir menos em educa\u00e7\u00e3o, ou mais em educa\u00e7\u00e3o, menos em cultura. Essas s\u00e3o maneiras falsas de entender a economia. Ao ter metas estrat\u00e9gicas, ousadas e inspiradoras que exigem investimento em diferentes \u00e1reas, voc\u00ea pode catalisar e expandir a capacidade produtiva de uma economia. Mesmo que custe dinheiro, o PIB acaba aumentando. A quest\u00e3o \u00e9: em que estamos investindo? E eu acho que a cultura \u00e9 muito importante como um setor \u2500 teatro e artes visuais, Carnaval e toda essa cadeia de atividades. Devemos investir nisso para nos ajudar a reimaginar o prop\u00f3sito da economia.<\/p>\n\n\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil: Qual o papel das artes e da cultura para a seguran\u00e7a p\u00fablica?<\/strong><\/p>\n\n\n<p>Mazzucato: H\u00e1 altos \u00edndices de criminalidade entre jovens, geralmente, em lugares onde esses jovens se sentem muito marginalizados. Se o corpo de algu\u00e9m n\u00e3o tem valor, ent\u00e3o o corpo de outra pessoa tamb\u00e9m n\u00e3o tem. Portanto, investir em artes, cultura e na economia criativa \u00e9 uma forma de diminuir a criminalidade. Esse n\u00e3o deve ser o \u00fanico motivo para investirmos nisso, mas h\u00e1 evid\u00eancias muito interessantes em n\u00edvel comunit\u00e1rio de que os benef\u00edcios sociais e de bem-estar do investimento em artes e cultura s\u00e3o muito amplos. Eles podem ajudar na sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar, na coes\u00e3o social, na resili\u00eancia e, em \u00faltima an\u00e1lise, na redu\u00e7\u00e3o da criminalidade.<\/p>\n\n\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil: No Brasil, h\u00e1 setores sociais e pol\u00edticos que questionam o investimento p\u00fablico em artes e cultura. Qual \u00e9 o papel do Estado no desenvolvimento dessa economia?<\/strong><\/p>\n\n\n<p>Mazzucato: Essas mesmas pessoas, que reclamam do desperd\u00edcio, n\u00e3o reclamam dos enormes subs\u00eddios concedidos ao agroneg\u00f3cio ou a outros setores. Voltamos \u00e0 quest\u00e3o: o que valorizamos? \u00c9 verdade, por\u00e9m, que, \u00e0s vezes, a forma como o subs\u00eddio \u00e9 estruturado pode ser problem\u00e1tica. Precisamos de melhores medidas e m\u00e9tricas. Acho que n\u00e3o dever\u00edamos perguntar se o Estado deve investir em cultura, mas, sim, como o Estado deve investir. Os investimentos p\u00fablicos, em muitos pa\u00edses diferentes, t\u00eam sido cruciais para atrair investimentos privados. &nbsp;<\/p>\n\n\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil: Qual o papel do setor privado na economia criativa em torno do Carnaval?<\/strong><\/p>\n\n\n<p>Mazzucato: \u00c9 preciso trabalhar com o setor privado de forma orientada a objetivos p\u00fablicos, catalisando experimenta\u00e7\u00e3o, inova\u00e7\u00e3o e investimento da iniciativa privada em diferentes \u00e1reas. Esse \u00e9 um desafio de planejamento. N\u00e3o queremos simplesmente dar dinheiro ao setor privado para patrocinar um projeto aleat\u00f3rio, escolhido por um indiv\u00edduo que, em vez de pagar impostos, financia um projeto que considera valioso. N\u00e3o acho que isso seja necessariamente o ideal.<\/p>\n\n\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil: O que voc\u00ea observou no Carnaval brasileiro que te chamou aten\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n<p>Mazzucato: O Carnaval no Brasil \u00e9 famoso no mundo todo. \u00c9 por isso que ele tem um grande efeito multiplicador e gera mais de US$ 2 bilh\u00f5es em receita. Mas \u00e9 muito mais do que isso.<\/p>\n\n\n<p>\u00c9 um momento em que muitas atividades diferentes ligadas \u00e0s artes e \u00e0 cultura se unem com o que chamamos de bem viver, tamb\u00e9m cheio de alegria. Muitas vezes acontece em comunidades carentes, como as escolas de samba nas favelas, algumas das comunidades mais vulner\u00e1veis. Gostaria que o Carnaval pudesse se tornar uma plataforma, um sistema como elemento central de uma economia criativa. Os brasileiros devem se orgulhar muito disso, mas tamb\u00e9m devemos sempre lembrar que existem rela\u00e7\u00f5es de poder. Quem tem acesso? Est\u00e1 se tornando muito comercial? Para onde vai o dinheiro? Os patroc\u00ednios, por exemplo, est\u00e3o sendo reinvestido nas comunidades e no ecossistema que cria essa incr\u00edvel criatividade? Acho que essas s\u00e3o as perguntas mais importantes para o futuro. Eu venho da regi\u00e3o da It\u00e1lia perto de Veneza, em P\u00e1dua, e temos o nosso pr\u00f3prio Carnaval, mas n\u00e3o est\u00e1 enraizado no territ\u00f3rio, n\u00e3o \u00e9 algo para o qual os jovens s\u00e3o preparados para participar. \u00c9 uma esp\u00e9cie de carnaval morto, se posso dizer. Aqui, voc\u00eas t\u00eam um carnaval vivo. Acho que voc\u00eas devem pensar nisso como um investimento a longo prazo, no centro de uma economia criativa.<\/p>\n\n\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Economist Mariana Mazzucato also highlights the social benefits of the festival.<\/p>\n","protected":false},"author":87,"featured_media":138086,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","footnotes":""},"categories":[7006,7006],"tags":[7034,7034,7593,7593,7267,7267,8260,8260,7061,7061,7594,7594,9078,9078,7952,7952],"area":[6465],"coluna":[],"edicao":[],"localidade":[7423],"marcador_especial":[],"projeto":[],"tema":[192,198],"coauthors":[13207],"class_list":{"0":"post-135175","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-new","9":"tag-brasil","11":"tag-carnaval","13":"tag-cultura","15":"tag-destaque-secundario-esquerda","17":"tag-economia","19":"tag-economia-criativa","21":"tag-edicao-225","23":"tag-sem-categoria","25":"area-revista-focus","26":"localidade-brazil","27":"tema-culture","28":"tema-economy"},"ai_analise_foto_capa":"*T\u00edtulo*: Alegria popular em festa de rua\n*Resumo Sem\u00e2ntico*: A imagem captura uma cena vibrante e efervescente de uma grande multid\u00e3o participando de um bloco ou festa de rua, possivelmente durante o Carnaval no Brasil. Fotografada de um \u00e2ngulo elevado, revela a densidade e diversidade do p\u00fablico, com muitas pessoas vestindo roupas casuais, algumas com chap\u00e9us brancos e camisetas amarelas, indicando pertencimento a um grupo. O ambiente \u00e9 ricamente decorado com uma profus\u00e3o de fitas e confetes coloridos que pendem sobre a rua, intensificando a atmosfera festiva. M\u00fasicos com tamborins e outros instrumentos de percuss\u00e3o podem ser vistos, contribuindo para a sonoridade da celebra\u00e7\u00e3o. Ao fundo, elementos urbanos como edif\u00edcios, ve\u00edculos e equipes de seguran\u00e7a ou apoio em coletes laranja sugerem um evento organizado em um contexto urbano. O sentimento predominante \u00e9 de alegria, celebra\u00e7\u00e3o, unidade e efervesc\u00eancia coletiva, transmitindo a energia contagiante das festas populares brasileiras. O p\u00fablico-alvo prov\u00e1vel inclui interessados em cultura brasileira, festas populares, movimentos sociais, antropologia cultural, turismo e eventos urbanos.\n*Descri\u00e7\u00e3o SEO*: Imagem de uma vibrante festa de rua, bloco de carnaval brasileiro, com multid\u00e3o celebrando sob confetes e fitas coloridas. Captura a alegria, m\u00fasica e efervesc\u00eancia da cultura popular. Perfeita para artigos sobre o Carnaval no Brasil, eventos culturais, festas de rua e a coletividade popular. Encontre fotos de blocos, foli\u00f5es, celebra\u00e7\u00f5es urbanas e a energia contagiante das ruas brasileiras.\n*Texto na Imagem*: PROIBIDO ESTACIONAR Estacione somente em vagas Regulamentadas (e o s\u00edmbolo de \"E\" cortado por uma diagonal).\n*Elementos Visuais*:\n*   **Cores predominantes**: Tons vibrantes de amarelo, azul, vermelho, verde (predominantes nas fitas e confetes, al\u00e9m de algumas roupas), branco (chap\u00e9us, algumas camisetas), tons terrosos (edif\u00edcios, asfalto), laranja (coletes de seguran\u00e7a). A paleta \u00e9 predominantemente festiva e colorida.\n*   **Pessoas**: Uma grande multid\u00e3o de homens e mulheres de diversas idades e etnias, vestidos com roupas casuais de ver\u00e3o. Muitos usam chap\u00e9us brancos e camisetas amarelas, indicando organiza\u00e7\u00e3o ou participa\u00e7\u00e3o em um bloco. H\u00e1 m\u00fasicos com tamborins e outros instrumentos de percuss\u00e3o. Equipes de seguran\u00e7a ou apoio em coletes laranja e uniformes militares s\u00e3o vis\u00edveis ao fundo.\n*   **Objetos**: Fitas e confetes coloridos suspensos e espalhados, chap\u00e9us (principalmente brancos), tamborins, tambores, placa de sinaliza\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito (proibido estacionar), carros e caminh\u00f5es estacionados, edif\u00edcios urbanos, port\u00f5es.\n*   **S\u00edmbolos**: O s\u00edmbolo de tr\u00e2nsito \"PROIBIDO ESTACIONAR\", a exuber\u00e2ncia das fitas e confetes como s\u00edmbolos de festa e celebra\u00e7\u00e3o, a aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas como s\u00edmbolo de coletividade e manifesta\u00e7\u00e3o popular.\n*Keywords*: Carnaval, Festa de rua, Multid\u00e3o, Celebra\u00e7\u00e3o, Cultura popular, Brasil, Alegria, Confetes, Fitas coloridas, Bloco de rua, M\u00fasica, Urbanismo, Evento cultural, Coletividade, Diversidade.\n*Hashtags*: #Carnaval #FestaDeRua #CulturaPopular #Brasil #Alegria #BlocoDeRua #Celebra\u00e7\u00e3o #EventosCulturais #PovoNaRua #Vibra\u00e7\u00e3o","ai_analise_outros_anexos":"*T\u00edtulo*: Retrato: Mulher em Debate e An\u00e1lise\n*Resumo Sem\u00e2ntico*: A imagem apresenta uma mulher em um ambiente que sugere ser profissional, como uma confer\u00eancia ou entrevista, evidenciado pelo microfone de lapela. 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Imagem de alta qualidade para conte\u00fado institucional e jornal\u00edstico.\n*Texto na Imagem*: [Nenhum texto detectado na imagem]\n*Elementos Visuais*: Cores predominantes: Tons de cinza claro, bege, marrom (cabelo e pele), preto (roupa). Pessoas: Uma mulher adulta (idade madura), com cabelo curto e cacheado. Objetos: Microfone de lapela pequeno preso \u00e0 gola da roupa, blusa escura sem mangas, parte de uma cadeira escura. S\u00edmbolos: N\u00e3o h\u00e1 s\u00edmbolos expl\u00edcitos.\n*Keywords*: Mulher, debate, pol\u00edtica, an\u00e1lise, especialista, confer\u00eancia, Funda\u00e7\u00e3o Perseu Abramo, retrato, seriedade, profissionalismo, lideran\u00e7a, opini\u00e3o, entrevista, engajamento, quest\u00f5es sociais.\n*Hashtags*: #DebatePol\u00edtico, #An\u00e1liseSocial, #MulheresNaPol\u00edtica, #Lideran\u00e7aFeminina, #FundacaoPerseuAbramo, #Confer\u00eancia, #PensamentoCr\u00edtico, #Entrevista, #Quest\u00f5esSociais, #Profissionalismo.","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135175","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/87"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=135175"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135175\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/138086"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=135175"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=135175"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=135175"},{"taxonomy":"area","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/area?post=135175"},{"taxonomy":"coluna","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/coluna?post=135175"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=135175"},{"taxonomy":"localidade","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/localidade?post=135175"},{"taxonomy":"marcador_especial","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/marcador_especial?post=135175"},{"taxonomy":"projeto","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/projeto?post=135175"},{"taxonomy":"tema","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tema?post=135175"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/fpabramo.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/coauthors?post=135175"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}